domingo, 13 de março de 2011

Devaneios...

Eu vejo o amor como uma droga. Sim, nos dois sentidos que esta afirmação possa gerar!

Em um dos caso, comparando aos entorpecentes, podemos falar das variações em relação ao vício. Assim como as drogas, alguns amores podem viciar ainda na primeira experiência. Outros podem requerer um pouco mais tempo. Mas no final, os efeitos colaterais sempre são os mesmos. Você passa a ter dependência física e emocional do amor, querendo estar perto, cheirar, provar, ter. E o amor é democrático! Ele não escolhe idade, raça, religião.

A ausência deste amor pode gerar uma crise fortíssima de abstinência. Dói! Dói o peito, o corpo, dói até mesmo respirar. Para experimentar mais uma vez deste amor, você é capaz até mesmo de fazer coisas que fogem da moralidade. Roda a baiana, desce do salto... Ou fica trancado em casa, inquieto, chorando, sem comer, sem viver.

Assim como as drogas químicas, o amor também tem tratamento. Ele é feito a base de tempo. Só o tempo é capaz de curar a abstinência de um amor. E a única vantagem desta droga, é que aqui é permitido curar um vício de amor com outro amor.

Porque sempre existe uma segunda chance!

------> E décimas quintas, centésimas, milionésimas.... =)

2 comentários:

Manoel Filho disse...

E tú tava drogada, digo, inspirada pelo amor quando escreveu isso. #certeza =)

George Dantas disse...

E o bom mesmo é se jogar sem pena e sem medo nesse vício! Queimar tudo até a última ponta! hehe

Bjao!!!